A Ciência por Trás da Inteligência Emocional
Daniel Goleman popularizou o conceito de Inteligência Emocional (IE) nos anos 90, demonstrando que o QI não é o único preditor de sucesso profissional. Pesquisas subsequentes confirmaram: profissionais com alta IE têm maior probabilidade de alcançar posições de liderança e manter resultados consistentes.
Os 4 Quadrantes da IE
Autoconsciência A capacidade de reconhecer suas próprias emoções enquanto elas acontecem. Líderes autoconscientes tomam melhores decisões porque entendem seus vieses e motivações.
Autogerenciamento Controlar impulsos, adaptar-se a mudanças e manter o foco em objetivos de longo prazo, mesmo sob pressão.
Consciência Social Ler o ambiente, perceber emoções alheias e compreender dinâmicas de grupo. É a base da empatia organizacional.
Gestão de Relacionamentos Usar a consciência emocional para gerenciar interações de forma eficaz — influenciar, orientar, mediar conflitos e trabalhar em equipe.
IE no Dia a Dia Corporativo
Em Reuniões - Observe o clima emocional da sala antes de apresentar sua pauta - Perceba quando alguém está desconfortável e crie espaço para expressão - Gerencie suas próprias reações a opiniões divergentes
Em Conflitos - Separe a pessoa do problema - Valide os sentimentos antes de buscar soluções - Busque entender antes de ser entendido
Em Feedbacks - Escolha o momento emocional adequado - Ajuste sua abordagem ao perfil comportamental do receptor - Mantenha a empatia sem perder a assertividade
Desenvolvendo IE na Organização
Na Ápiceh, incluímos o desenvolvimento de IE em todos os nossos programas porque acreditamos que é a competência base que potencializa todas as outras. Utilizamos ferramentas como DISC, coaching e dinâmicas vivenciais para criar experiências que transformam a consciência emocional em hábitos práticos.